Professora Antónia Marques
Antónia Marques, é uma cidadã artista, inconformada, livre, a tempo inteiro e à margem de imposições. Na sua atuação amplia diálogos entre disciplinas, traça dissensos para desbravar monotonias, desafia convenções e dispensa falsas harmonias. Utiliza a escrita ilustrada e o desenho sensorial para evocar resistências e alternativas. Com uma convicta formação em Artes Plásticas e um indisciplinado Mestrado em Arte e Design para o Espaço Público, Antónia exerce o ofício da criação em prol de uma real transformação e emancipação social. Na obra coletiva, que há décadas tem em mãos, articula arte e pedagogia, arrisca, indaga, questiona os limites, abala inibições com uma força inspiradora que se multiplica, inscreve e se expande em venturas e ações cívicas. Com ampla experiência em educação artística, Antónia tem assumido um papel crucial na socialização do conhecimento desalinhado, criando e colaborando ativamente em projetos pedagógicos inovadores, em diversos contextos socioculturais. O seu trabalho, que evidencia um profundo compromisso com o pensamento crítico e uma paixão inabalável pela ação coletiva e libertária, exalta a urgência de resistir e levantar a Voz para defender o que resta de Chão Comum.
Professor Pedro Brito
Pedro Brito é um criador multidisciplinar no cruzamento entre arte, tecnologia e ação crítica. Com formação em Artes Plásticas e Mestrado em Tecnologias Multimédia pela Universidade do Porto, tem dedicado quase três décadas ao ensino artístico e tecnológico, mobilizando práticas criativas como formas de questionamento e resistência. A sua trajetória é marcada por uma presença ativa em projetos de design, arte digital, ilustração e comunicação visual, frequentemente distinguidos em contextos nacionais e internacionais. Pedro Brito é um agente de intervenção. A sua abordagem é orientada por uma visão crítica do mundo, ancorada na crença de que a criação visual pode (e deve) ser uma ferramenta de denúncia, e transformação social. Traz para cada projeto uma pulsão coletiva, desafiando o imobilismo institucional, rompendo silêncios e construindo diálogos entre arte, pedagogia e ativismo. A sua prática é, em si, uma forma de resistência cultural, onde cada imagem, cada gesto e cada ideia contribuem para ampliar a voz dos que lutam por uma escola pública, crítica e emancipadora.
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